Ficamos tão compenetrados no presente, que nos esquecemos que futuramente ele será o nosso passado. Deixamos a rotina tomar conta, as coisas acontecerem, muitas das vezes desistimos antes mesmo de tentar, por insegurança, por deixar a lupa do medo nos aprisionar. Mas para cada ação, existe uma consequência, um resultado, e esse muitas das vezes não são agradáveis.
Os dias passam tão rápidos, e cada dia que passa leva embora um pedacinho da gente, que não se pode recuperar, muitas das vezes as lembranças doí, e a vontade de voltar ao passado toma conta, invade o nosso corpo, a nossa alma os nossos pensamentos, o desejo de apagar tantas coisas, de pode recuperar todos aqueles dias em que não dissemos nada ou em que falamos demais, o dia em que preferimos não sair, que preferimos não demonstrar o que sentimos, aquele dia que foi perdido, aquele dia que só depois de muito tempo percebemos o quanto iria alterar todas as nossas vidas. Foi por causa daquele dia, daquele momento, que tempos depois derramamos tantas lágrimas, e foi por causa daquele dia, que percebemos quão pesadas são as nossas escolhas.
E por isso que muitos se apegam a ideia de destino, pois essa tira um pouco a responsabilidade das nossas costas, acreditar que alguém seja o culpado por o que esta acontecendo, pensar que não foi nós que escolhemos, se conformar que já estava traçado, isso tudo ameniza um pouco a nossa dor e principalmente a nossa culpa.
Mas se enganar não é a solução, todos nós escutamos que as escolhas de hoje, formam o nosso futuro, mas quem presta atenção em conselhos e textos?
Afinal viver o hoje é o que interessa, sim, mas viver com responsabilidade, temos que ter em mente que as nossas vidas são como pedras ou árvores, e que depois que escrevemos algo, não mais apaga, depois de feito, de decidido, de ferido, fica marcado, e muitas das vezes o que fica marcado trás uma profunda infelicidade.
Os amigos, os amores, os familiares que muitas das vezes perdemos, por nossa culpa, por não sabemos valorizar,por pensamos que as pessoas nos ama demais para nos deixar, só que nascemos para perder as pessoas que amamos, e a pior dor é perder alguém, perder alguém mais continua vendo, falando, sabendo o que esta acontecendo, o que se passa, mas não chegarmos perto, ser apenas um mero telespectador, e não mais atuar na vida da pessoa amada.
A vontade de tentar, de fazer diferente as vezes invade, mas o orgulho ou o medo nos impede rapidamente, e ficamos com a nossa esperança cansada, morta, esperando algo que sabemos que não irá acontecer, que não iremos possuir.
Como pode o medo ser mais forte do que a coragem?
Como pode o sonho ser mais fraco do que o orgulho?
O presente passa, e com ele passa as nossas vidas, as nossas oportunidades, encontramos a felicidade diariamente, mas não percebemos e a deixamos escapar, deixamos ela ir embora, e só depois com calma percebemos o quanto feliz poderíamos ser, se tivéssemos feitos outras escolhas, outros rumos, no entanto, ao invés da felicidade o que nos acompanha é o arrependimento, a vontade de voltar, de alterar tudo, de tirar de colocar pessoas nas nossas vidas.
Nos sobra apenas um falso sorriso, um coração magoado, cansado, maltratado...sentimentos que com o passar do tempo ficam feridos e muitas das vezes parecem estar anestesiados, pois não mais reage.
E mesmo quando sabemos de tudo, de quem é a culpa, insistimos em querer lança-lá para alguém, é tão difícil aceitar que tivemos a oportunidade, que a felicidade estava nos chamando, mas por medo nós desistimos de tentar.
É tão dificil reconhecer que a culpa das nossas escolhas, pertence somente a cada um de nós.
E o resultado, é que nos concentramos tanto nas derrotas, e passamos a esquecer que há algo muito mais importante, e de muito mais valor...o nosso prémio.
Somos capazes de assumir as nossas vitórias e nos vangloriamos por elas, mas não reconhecemos as nossas derrotas, e reconhecer-lás também se torna uma vitória, um grande prémio.
segunda-feira, 15 de junho de 2009
domingo, 31 de maio de 2009
A Culpa.
Palavras pronunciadas, que não foram concretizadas, jogadas fora, lançadas em vão.
O que era alegria tornou-se pranto.
O que parecia verdadeiro e sincero, mostrou-se falso.
O sonho transformou-se em pesadelo.
Um sentimento que foi se destruindo com o tempo.
Que foi substituindo-se por outro, ao qual não se queria, ao qual não se desejava.
E a distância tornou-se obstáculo.
E as lembranças começaram a ferir.
E a presença já não era mais suportável.
E o que parecia não ter fim, acabou tão de repente.
Se desejava tanta coisa, mas apenas uma era real.
E o que ficou foi somente a dor, e a desilusão.
Mas a culpa prevaleceu.
Por saber que não existe nenhuma pena, para quem é assassinos de sentimentos, de confiança.
Não acreditar nas pessoas talvez seja a cura.
E talvez seja mais um erro fatal.
Os pensamentos são os únicos que fazem companhia, nessa imensa solidão e que atormentam da maneira que se deseja.
O vazio da escuridão, que agora grita.
As lágrimas são a única luz, o único brilho.
Se pudéssemos voltar no tempo, e apagar algumas histórias, algumas pessoas, alguns passados.
Não se pode curar a dor, não se pode tirar a culpa, mas pode-se aprender a conviver com elas.
Porque talvez, essa seja a maior pena que se pode pagar, ter que conviver com ambas.
A chance já passou, e não se tentou por medo de perder, e no final perdeu-se por medo de tentar.
Pois as palavras que saem das nossas bocas, pode infiltrar nos corações das pessoas.
E se não forem cumpridas, destroí sem compaixão.
Foi tudo uma grande mentira, um sentimento errado.
Mas o mesmo tempo que destruiu, irá solucionar.
Porque não há nada pior do que nos sentimos culpados...Culpados por amar.
O que era alegria tornou-se pranto.
O que parecia verdadeiro e sincero, mostrou-se falso.
O sonho transformou-se em pesadelo.
Um sentimento que foi se destruindo com o tempo.
Que foi substituindo-se por outro, ao qual não se queria, ao qual não se desejava.
E a distância tornou-se obstáculo.
E as lembranças começaram a ferir.
E a presença já não era mais suportável.
E o que parecia não ter fim, acabou tão de repente.
Se desejava tanta coisa, mas apenas uma era real.
E o que ficou foi somente a dor, e a desilusão.
Mas a culpa prevaleceu.
Por saber que não existe nenhuma pena, para quem é assassinos de sentimentos, de confiança.
Não acreditar nas pessoas talvez seja a cura.
E talvez seja mais um erro fatal.
Os pensamentos são os únicos que fazem companhia, nessa imensa solidão e que atormentam da maneira que se deseja.
O vazio da escuridão, que agora grita.
As lágrimas são a única luz, o único brilho.
Se pudéssemos voltar no tempo, e apagar algumas histórias, algumas pessoas, alguns passados.
Não se pode curar a dor, não se pode tirar a culpa, mas pode-se aprender a conviver com elas.
Porque talvez, essa seja a maior pena que se pode pagar, ter que conviver com ambas.
A chance já passou, e não se tentou por medo de perder, e no final perdeu-se por medo de tentar.
Pois as palavras que saem das nossas bocas, pode infiltrar nos corações das pessoas.
E se não forem cumpridas, destroí sem compaixão.
Foi tudo uma grande mentira, um sentimento errado.
Mas o mesmo tempo que destruiu, irá solucionar.
Porque não há nada pior do que nos sentimos culpados...Culpados por amar.
terça-feira, 12 de maio de 2009
Mídia: Magistral, Magnífica e Mortal.
Informa, atualiza, diverte, distrai, trouxe um progresso nunca visto antes.
Influência, mente, difama, aliena, aprisiona, levam as pessoas a agir como robôs.
Os dois lados da mesma moeda: A mídia em questão.
Como tudo na vida, a mídia tem os seus "podres", ela apenas esconde, por isso que a maioria da população sempre enxergam-a como magnífica e magistral.
Muitos não estão cientes da força de sua influência, mas todos sabem muito bem o que é isso, ou melhor sentem muito bem o que é isso.
Ela faz com que a maioria necessite de coisas, da qual não estão precisando, aliás, não precisam e talvez nunca precisarão, mas as pessoas precisam adquirir, afinal quem sabe um dia não precise!
Vendem bijuterias como se fossem ouro.
Sempre com o slogan do "novo".
É o novo programa, a nova novela, o novo jornal, o novo seriado....Novo?
Mas que novo? Se é tudo igual.
As mesmas programações, só mudam os apresentadores.
Os mesmos roteiros e histórias só mudam os atores.
As mesmas notícias, só muda os jornalistas.
O mesmo conto, a mesma ficção, com uma única diferença, o nome que se é dado.
Isso seria novo, sendo que já conhecemos?
A mídia é mestre em fazer isso, rotular de "novo" o que já é conhecido, apenas um toque aqui, e outro ali, uma diferenciaçãozinha, e pronto...é novo.
E o engraçado é que a maioria acredita, claro como não iria acreditar, afinal é a senhora Mídia que está falando, e ela merece respeito.
Por seguirem "padrões" determinados, que não devem ser mudados em hipótese alguma.
Mas padrões não é algo que serve como modelo? Seria a mídia um bom modelo?
É penso que as respostas sejam unânimes: Não.
Jornalistas sensacionalistas, que preocupam-se mais em fazer a notícia, do que em mostrar a notícia, estão preocupados com a audiência e não com a informação a ser transmitida, não importa se é ou não verdade, o que importa é que vai dar audiência, e se vamos lucrar, para que se preocupar com o resto?
Lamentável tal atitude, pelo visto tais "jornalistas" foram para a faculdade apenas receber o diploma, diploma na mão, colocado em um quadro na parede, o orgulho, tornou-se um jornalista.
Quatro anos e não percebeu que jornalista é muito mais do que ser reconhecido pela mídia?
Do que ter uma matéria que fez fama? Que foi reconhecida ou gerou audiência?
Quatro anos e não percebeu que jornalistas não foram feitos para criar notícias, mas sim passar e informar para a sociedade o que está acontecendo?
Tantos anos de estudos e será que não se fixou nada na mente?
Ah é, estavam mais preocupados com a nota, se iriam ou não receber o diploma, do que com o que estava sendo transmitido na matéria, é isso que dá não aprender e ao invés disso decorar, pois quando precisam não lembram-se.
Pessoas que envergonham a nossa comunicação, será que eles escolheram a profissão errada, ou sou eu que não estou no caminho certo?
Prefiro pensar na primeira opção.
Mudar, diria até melhor, revolucionar, revolucionar a mídia, a maneira como é passada, como é transmitida...No entanto quem sou eu para criticar algo com tanto poder? Será que seremos capazes de mudar tal "máfia" já definida?
Não sei, mas por amor tenta-se tudo, e de uma coisa eu tenho certeza, não custa nada tentar.
Influência, mente, difama, aliena, aprisiona, levam as pessoas a agir como robôs.
Os dois lados da mesma moeda: A mídia em questão.
Como tudo na vida, a mídia tem os seus "podres", ela apenas esconde, por isso que a maioria da população sempre enxergam-a como magnífica e magistral.
Muitos não estão cientes da força de sua influência, mas todos sabem muito bem o que é isso, ou melhor sentem muito bem o que é isso.
Ela faz com que a maioria necessite de coisas, da qual não estão precisando, aliás, não precisam e talvez nunca precisarão, mas as pessoas precisam adquirir, afinal quem sabe um dia não precise!
Vendem bijuterias como se fossem ouro.
Sempre com o slogan do "novo".
É o novo programa, a nova novela, o novo jornal, o novo seriado....Novo?
Mas que novo? Se é tudo igual.
As mesmas programações, só mudam os apresentadores.
Os mesmos roteiros e histórias só mudam os atores.
As mesmas notícias, só muda os jornalistas.
O mesmo conto, a mesma ficção, com uma única diferença, o nome que se é dado.
Isso seria novo, sendo que já conhecemos?
A mídia é mestre em fazer isso, rotular de "novo" o que já é conhecido, apenas um toque aqui, e outro ali, uma diferenciaçãozinha, e pronto...é novo.
E o engraçado é que a maioria acredita, claro como não iria acreditar, afinal é a senhora Mídia que está falando, e ela merece respeito.
Por seguirem "padrões" determinados, que não devem ser mudados em hipótese alguma.
Mas padrões não é algo que serve como modelo? Seria a mídia um bom modelo?
É penso que as respostas sejam unânimes: Não.
Jornalistas sensacionalistas, que preocupam-se mais em fazer a notícia, do que em mostrar a notícia, estão preocupados com a audiência e não com a informação a ser transmitida, não importa se é ou não verdade, o que importa é que vai dar audiência, e se vamos lucrar, para que se preocupar com o resto?
Lamentável tal atitude, pelo visto tais "jornalistas" foram para a faculdade apenas receber o diploma, diploma na mão, colocado em um quadro na parede, o orgulho, tornou-se um jornalista.
Quatro anos e não percebeu que jornalista é muito mais do que ser reconhecido pela mídia?
Do que ter uma matéria que fez fama? Que foi reconhecida ou gerou audiência?
Quatro anos e não percebeu que jornalistas não foram feitos para criar notícias, mas sim passar e informar para a sociedade o que está acontecendo?
Tantos anos de estudos e será que não se fixou nada na mente?
Ah é, estavam mais preocupados com a nota, se iriam ou não receber o diploma, do que com o que estava sendo transmitido na matéria, é isso que dá não aprender e ao invés disso decorar, pois quando precisam não lembram-se.
Pessoas que envergonham a nossa comunicação, será que eles escolheram a profissão errada, ou sou eu que não estou no caminho certo?
Prefiro pensar na primeira opção.
Mudar, diria até melhor, revolucionar, revolucionar a mídia, a maneira como é passada, como é transmitida...No entanto quem sou eu para criticar algo com tanto poder? Será que seremos capazes de mudar tal "máfia" já definida?
Não sei, mas por amor tenta-se tudo, e de uma coisa eu tenho certeza, não custa nada tentar.
quarta-feira, 29 de abril de 2009
As portas do inferno...
Enganam-se aqueles que pensam que infernos não existem.
Eles estão nas cidades, em prédios arquitetados, rigorosamente construídos.
Camuflados de cadeias, hospitais e hospícios.
Quem entra neles percebem todo o sofrimento vivido.
O cansaço é evidente.
O medo esta sempre presente.
A dor é o pior castigo.
Um lugar de tormento, considerado o pior inimigo.
Desesperados são os que lá encontram-se.
Procuram alivio, sem êxito obter.
Tentando fugir, de um maldito lugar, em que vêem a morte funesta amedrontar.
Os gritos, os olhares, os passos sem esperança.
A ansiá da angustia, constante desconfiança.
Contando os dias, querendo se libertar.
De um ambiente, em que o tempo não passa.
E a escuridão toma conta.
Abrem-se as portas dos infernos, e observam-se as lágrimas dos que foram aprisionados.
E na noite as trevas, mostra-se o terror.
Arrefecidos em solidão.
Em um mundo destruído, só observar-se os caos.
As doenças e os crimes, são as provas do hospício coletivo em que vivemos.
Estão todos cegos e nem conseguem notar, que pior inferno do que esses é impossível encontrar.
Eles estão nas cidades, em prédios arquitetados, rigorosamente construídos.
Camuflados de cadeias, hospitais e hospícios.
Quem entra neles percebem todo o sofrimento vivido.
O cansaço é evidente.
O medo esta sempre presente.
A dor é o pior castigo.
Um lugar de tormento, considerado o pior inimigo.
Desesperados são os que lá encontram-se.
Procuram alivio, sem êxito obter.
Tentando fugir, de um maldito lugar, em que vêem a morte funesta amedrontar.
Os gritos, os olhares, os passos sem esperança.
A ansiá da angustia, constante desconfiança.
Contando os dias, querendo se libertar.
De um ambiente, em que o tempo não passa.
E a escuridão toma conta.
Abrem-se as portas dos infernos, e observam-se as lágrimas dos que foram aprisionados.
E na noite as trevas, mostra-se o terror.
Arrefecidos em solidão.
Em um mundo destruído, só observar-se os caos.
As doenças e os crimes, são as provas do hospício coletivo em que vivemos.
Estão todos cegos e nem conseguem notar, que pior inferno do que esses é impossível encontrar.
quarta-feira, 1 de abril de 2009
O tempo da ditadura...
Enganam-se aqueles que pensam que a época da ditadura já passou. Hoje ela esta camuflada, mas evidente, nos pôster, outdoor, campanhas publicitárias e até em conversas informais, em todos os lugares, estão expressas às regras que devem ser seguidas.
Beleza, dinheiro, fama, devem ser seus objetivos principais. Ir de encontro a esses argumentos, é ir contra as leis.
Para nós hoje é um absurdo intolerável quando pensamos que Hitler mandavam exterminar pessoas que segundo ele não faziam parte da “raça pura”, e nem percebemos que hoje acontece a mesma coisa, só que com um método de transição diferente.
Não excluímos quando julgamos alguém pela aparência? Pelo simples fato de não se enquadrarem na estética padrão? Por o cabelo não estar similar com a atriz da TV? Mesmo que inconscientemente, fazemos isso, percebendo ou não, também estamos tentando construir a “nossa raça pura”.
As pessoas são excluídas quando não estão dentro dos padrões de beleza, quando não se amoldam a esses conceitos pré-estabelecidos.
São discursos proferidos, mas ações realizadas de uma maneira totalmente contraditória. Campanhas contra anorexia, mas o que se ver em revistas, e têndencias de modas, são modelos magérrimas, mais computadorizadas do que reais, e sozinhas as meninas tentam fazer em seus corpos , o que profissionais fazem com ajuda de maquinas e programas de photoshop, isso é um grande exemplo de que a maioria de nós temos a tendência de gravarmos melhor o que vemos do que o que ouvimos.
Você gasta todo o seu dinheiro em busca de mais dinheiro, toda a sua saúde em busca de beleza, todos os seus esforços em busca de fama, para no final perceber que nada valeu à pena. Que você fazia justamente tudo aquilo que tanto criticava.
Talvez chamar a sociedade de “Hitlezinhos” seja um pouco de exagero, mas se elas continuarem se empenhando desse jeito, em breve talvez alcancem tal título.
Será que vale a pena, se reconstruir para ficar um mínimo possível parecida com um cartaz? Esconder marcas porque para a maioria não fica bem possuí-las? Passar fome para poder ser observada como um exemplo a ser seguido? Se sacrificar em cirugias para tentar atingir a "perfeição"?
Mas seria uma grande hipocrisia afirmar que hoje beleza não importa, não desconsideremos a beleza, ela é sim muito importante, contudo importante não é essencial, e muitos não sabem diferenciar essas duas coisas.
Beleza, dinheiro, fama, devem ser seus objetivos principais. Ir de encontro a esses argumentos, é ir contra as leis.
Para nós hoje é um absurdo intolerável quando pensamos que Hitler mandavam exterminar pessoas que segundo ele não faziam parte da “raça pura”, e nem percebemos que hoje acontece a mesma coisa, só que com um método de transição diferente.
Não excluímos quando julgamos alguém pela aparência? Pelo simples fato de não se enquadrarem na estética padrão? Por o cabelo não estar similar com a atriz da TV? Mesmo que inconscientemente, fazemos isso, percebendo ou não, também estamos tentando construir a “nossa raça pura”.
As pessoas são excluídas quando não estão dentro dos padrões de beleza, quando não se amoldam a esses conceitos pré-estabelecidos.
São discursos proferidos, mas ações realizadas de uma maneira totalmente contraditória. Campanhas contra anorexia, mas o que se ver em revistas, e têndencias de modas, são modelos magérrimas, mais computadorizadas do que reais, e sozinhas as meninas tentam fazer em seus corpos , o que profissionais fazem com ajuda de maquinas e programas de photoshop, isso é um grande exemplo de que a maioria de nós temos a tendência de gravarmos melhor o que vemos do que o que ouvimos.
Você gasta todo o seu dinheiro em busca de mais dinheiro, toda a sua saúde em busca de beleza, todos os seus esforços em busca de fama, para no final perceber que nada valeu à pena. Que você fazia justamente tudo aquilo que tanto criticava.
Talvez chamar a sociedade de “Hitlezinhos” seja um pouco de exagero, mas se elas continuarem se empenhando desse jeito, em breve talvez alcancem tal título.
Será que vale a pena, se reconstruir para ficar um mínimo possível parecida com um cartaz? Esconder marcas porque para a maioria não fica bem possuí-las? Passar fome para poder ser observada como um exemplo a ser seguido? Se sacrificar em cirugias para tentar atingir a "perfeição"?
Mas seria uma grande hipocrisia afirmar que hoje beleza não importa, não desconsideremos a beleza, ela é sim muito importante, contudo importante não é essencial, e muitos não sabem diferenciar essas duas coisas.
quinta-feira, 19 de março de 2009
O Caminho...
Imaginação que voa longe.
Leva-me para lugares nunca visitados.
Caminhos nunca traçados.
Que me tira da realidade.
Que mostra um novo conceito.
Me dar forças, alegria.
E o que seria de mim sem imaginar?
O que seria do mundo sem sonhar?
Embora prefira viver na realidade, preciso de um pouco de liberdade.
Que só os meus sonhos são capaz de buscar.
Há aqueles que desistem de sonhar por medo, seja de sofrer, de se iludir.
Mas desistir de sonhar é desistir de viver.
E desistir já é sofrer.
Apenas a imaginação pode nós dar esperanças, apenas o sonho pode consolidar a confiança.
Não existe sonhos impossíveis, nem imaginações absurdas.
O sonho é o combustível do mundo.
Mas não apenas sonhe, se esforce para alcançar.
Não elabore apenas, coloque em pratica suas ideias, por mais absurdas que ache.
Não der valor aos que dizem que você não vai conseguir.
Agradeça as palavras, e siga em frente, siga seus sonhos, prove o contrario.
Acredite em você.
Se você não acreditar, não passará confiança as outras pessoas.
Se não provar para si mesmo, não conseguirá provar para ninguém.
E quem pode provar que você não irá alcançar?
São as mesmas possibilidades de atingir e fracassar.
Por isso tente.
Sonhe alto, não tenha medo de cair.
Mire na lua, pois pelo menos uma estrela você irá conseguir.
Incompetentes não são os que não conseguiram realizar os sonhos, mas sim aqueles que preferiram não sonhar.
Leva-me para lugares nunca visitados.
Caminhos nunca traçados.
Que me tira da realidade.
Que mostra um novo conceito.
Me dar forças, alegria.
E o que seria de mim sem imaginar?
O que seria do mundo sem sonhar?
Embora prefira viver na realidade, preciso de um pouco de liberdade.
Que só os meus sonhos são capaz de buscar.
Há aqueles que desistem de sonhar por medo, seja de sofrer, de se iludir.
Mas desistir de sonhar é desistir de viver.
E desistir já é sofrer.
Apenas a imaginação pode nós dar esperanças, apenas o sonho pode consolidar a confiança.
Não existe sonhos impossíveis, nem imaginações absurdas.
O sonho é o combustível do mundo.
Mas não apenas sonhe, se esforce para alcançar.
Não elabore apenas, coloque em pratica suas ideias, por mais absurdas que ache.
Não der valor aos que dizem que você não vai conseguir.
Agradeça as palavras, e siga em frente, siga seus sonhos, prove o contrario.
Acredite em você.
Se você não acreditar, não passará confiança as outras pessoas.
Se não provar para si mesmo, não conseguirá provar para ninguém.
E quem pode provar que você não irá alcançar?
São as mesmas possibilidades de atingir e fracassar.
Por isso tente.
Sonhe alto, não tenha medo de cair.
Mire na lua, pois pelo menos uma estrela você irá conseguir.
Incompetentes não são os que não conseguiram realizar os sonhos, mas sim aqueles que preferiram não sonhar.
quinta-feira, 5 de março de 2009
Paradoxo.
Por que os erros que mais criticam-se, são os mais cometidos?
Criticamos tanto a sociedade, os padrões impostos, as formas de governos.
E nem percebemos que apoiamos, e concordamos com estas coisas.
Isto é algo paradoxal.
E vamos nos moldando, moldamos os nossos pensamentos, as nossas atitudes, a nossa estética.
Apoiamos um padrão, e a partir do momento que um padrão é estabelecido, ele precisa ser seguido.
Ficamos alienados pelas formas e os padrões.
Aceitamos aquilo que nos impõe, mesmo que não estejamos de acordo.
Ficamos alienados pelas formas e os padrões.
Aceitamos aquilo que nos impõe, mesmo que não estejamos de acordo.
Até porquê, somos programados desde a infância, a aceitar e nos adaptar a certos costumes.
Que podemos até não entendermos os motivos a qual foram colocados, mas somos obrigados concordar.
Justamente porque vivemos em sociedade, e viver em sociedade requer que enfrentemos desafios.
Até porquê, somos programados desde a infância, a aceitar e nos adaptar a certos costumes.
Que podemos até não entendermos os motivos a qual foram colocados, mas somos obrigados concordar.
Justamente porque vivemos em sociedade, e viver em sociedade requer que enfrentemos desafios.
Mas então, por que criticamos tanto?
Porque quando criticamos, estamos expondo as nossas opiniões, e mesmo que estas não sejam aceitas, queremos demonstra-las, mostrar o nosso modo de pensar.
Nós podemos mudar o nosso jeito, as nossas atitudes, e ate mesmo a nossa personalidade, quando quisermos, mas não podemos fazer isso com uma sociedade, com uma cultura que já foi definida.
E antes precisamos rever os nossos conceitos, fazermos as nossas decisões, para só então agir.
E a culpa não pode ser jogada somente na sociedade, temos uma grande parcela nisto.
Nos acomodamos, e deixamos que as pessoas nos conduza, de nada adianta reclamar, se não faz-se nada para mudar a situação.
Criticamos tanto a sociedade, os padrões impostos, as formas de governos.
E nem percebemos que apoiamos, e concordamos com estas coisas.
Isto é algo paradoxal.
E vamos nos moldando, moldamos os nossos pensamentos, as nossas atitudes, a nossa estética.
Apoiamos um padrão, e a partir do momento que um padrão é estabelecido, ele precisa ser seguido.
Ficamos alienados pelas formas e os padrões.
Aceitamos aquilo que nos impõe, mesmo que não estejamos de acordo.
Ficamos alienados pelas formas e os padrões.
Aceitamos aquilo que nos impõe, mesmo que não estejamos de acordo.
Até porquê, somos programados desde a infância, a aceitar e nos adaptar a certos costumes.
Que podemos até não entendermos os motivos a qual foram colocados, mas somos obrigados concordar.
Justamente porque vivemos em sociedade, e viver em sociedade requer que enfrentemos desafios.
Até porquê, somos programados desde a infância, a aceitar e nos adaptar a certos costumes.
Que podemos até não entendermos os motivos a qual foram colocados, mas somos obrigados concordar.
Justamente porque vivemos em sociedade, e viver em sociedade requer que enfrentemos desafios.
Mas então, por que criticamos tanto?
Porque quando criticamos, estamos expondo as nossas opiniões, e mesmo que estas não sejam aceitas, queremos demonstra-las, mostrar o nosso modo de pensar.
Nós podemos mudar o nosso jeito, as nossas atitudes, e ate mesmo a nossa personalidade, quando quisermos, mas não podemos fazer isso com uma sociedade, com uma cultura que já foi definida.
E antes precisamos rever os nossos conceitos, fazermos as nossas decisões, para só então agir.
E a culpa não pode ser jogada somente na sociedade, temos uma grande parcela nisto.
Nos acomodamos, e deixamos que as pessoas nos conduza, de nada adianta reclamar, se não faz-se nada para mudar a situação.
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