quinta-feira, 19 de março de 2009

O Caminho...

Imaginação que voa longe.
Leva-me para lugares nunca visitados.

Caminhos nunca traçados.

Que me tira da realidade.

Que mostra um novo conceito.

Me dar forças, alegria.

E o que seria de mim sem imaginar?

O que seria do mundo sem sonhar?

Embora prefira viver na realidade, preciso de um pouco de liberdade.

Que só os meus sonhos são capaz de buscar.

Há aqueles que desistem de sonhar por medo, seja de sofrer, de se iludir.

Mas desistir de sonhar é desistir de viver.

E desistir já é sofrer.

Apenas a imaginação pode nós dar esperanças, apenas o sonho pode consolidar a confiança.

Não existe sonhos impossíveis, nem imaginações absurdas.

O sonho é o combustível do mundo.

Mas não apenas sonhe, se esforce para alcançar.

Não elabore apenas, coloque em pratica suas ideias, por mais absurdas que ache.

Não der valor aos que dizem que você não vai conseguir.

Agradeça as palavras, e siga em frente, siga seus sonhos, prove o contrario.

Acredite em você.

Se você não acreditar, não passará confiança as outras pessoas.

Se não provar para si mesmo, não conseguirá provar para ninguém.

E quem pode provar que você não irá alcançar?

São as mesmas possibilidades de atingir e fracassar.

Por isso tente.

Sonhe alto, não tenha medo de cair.

Mire na lua, pois pelo menos uma estrela você irá conseguir.

Incompetentes não são os que não conseguiram realizar os sonhos, mas sim aqueles que preferiram não sonhar.

quinta-feira, 5 de março de 2009

Paradoxo.

Por que os erros que mais criticam-se, são os mais cometidos?
Criticamos tanto a sociedade, os padrões impostos, as formas de governos.
E nem percebemos que apoiamos, e concordamos com estas coisas.

Isto é algo paradoxal.
E vamos nos moldando, moldamos os nossos pensamentos, as nossas atitudes, a nossa estética.
Apoiamos um padrão, e a partir do momento que um padrão é estabelecido, ele precisa ser seguido.

Ficamos alienados pelas formas e os padrões.
Aceitamos aquilo que nos impõe, mesmo que não estejamos de acordo.

Ficamos alienados pelas formas e os padrões.
Aceitamos aquilo que nos impõe, mesmo que não estejamos de acordo.

Até porquê, somos programados desde a infância, a aceitar e nos adaptar a certos costumes.

Que podemos até não entendermos os motivos a qual foram colocados, mas somos obrigados concordar.

Justamente porque vivemos em sociedade, e viver em sociedade requer que enfrentemos desafios.

Até porquê, somos programados desde a infância, a aceitar e nos adaptar a certos costumes.
Que podemos até não entendermos os motivos a qual foram colocados, mas somos obrigados concordar.

Justamente porque vivemos em sociedade, e viver em sociedade requer que enfrentemos desafios.

Mas então, por que criticamos tanto?

Porque quando criticamos, estamos expondo as nossas opiniões, e mesmo que estas não sejam aceitas, queremos demonstra-las, mostrar o nosso modo de pensar.

Nós podemos mudar o nosso jeito, as nossas atitudes, e ate mesmo a nossa personalidade, quando quisermos, mas não podemos fazer isso com uma sociedade, com uma cultura que já foi definida.

E antes precisamos rever os nossos conceitos, fazermos as nossas decisões, para só então agir.

E a culpa não pode ser jogada somente na sociedade, temos uma grande parcela nisto.

Nos acomodamos, e deixamos que as pessoas nos conduza, de nada adianta reclamar, se não faz-se nada para mudar a situação.

sábado, 28 de fevereiro de 2009

ImParcialidade...

Um dos maiores desafio que temos hoje, é tratarmos a todos com imparcialidade.
Sempre queremos "pender" para um lado, conceder maiores privilégios a alguns, tratar outros de uma maneira diferenciada.

E isto estaria errado?

Bem, talvez você pense que não, pode raciocinar que hoje em dia é impossível, sermos completamente imparciais.

E realmente, raramente conseguimos pensar com imparcialidade, mas devemos agir com imparcialidade, ou pelo menos tentar.

Nossas ações e principalmente nossas palavras tem um poder incrível de persuadir as pessoas, de manipular, de conduzir, e muitos por não saberem lidar com esse poder, usam de maneira errada, tentando na maioria das vezes discriminar alguém, ou até mesmo tentando se auto-promover.

Imparcialidade é a capacidade de ser justo, neutro de buscar apenas a verdade.

Vivemos em um mundo rodeados de pessoas que não se interessam pela verdade, que querem apenas tirar proveito da situação, querem alcançar seus objetivos e para isso não medem esforços, se tornam assim pessoas parciais, ou porque não dizer pessoas egoístas.

Lutar apenas por nossos próprios interesses podem ser algo bastante atrativo, mas assim nos tornamos pessoas pretenciosas.

Talvez você também questione que precisamos ser parciais, para assim demonstramos nossas opiniões, é, muitas vezes precisamos ser parciais, mas nunca devemos deixar que a nossa parcialidade ultrapasse os limites expostos, ou que venha prejudicar a alguém, apenas para nos beneficiarmos.

Mas hoje, quem liga para o que acontecerá com o outro?

Se você esta bem, por que se preocupar com o que pode acontecer com outra pessoa?

Por que você vai pensar no sofrimento de alguém? Você já tem os seus próprios, e não precisa de mais preocupações.

São esses pensamentos que aos poucos vão corrompendo as mentes, e que aos poucos o que antes abominávamos, agora comentemos, que antes criticávamos, passamos a elogiar, deixando assim influenciar as nossas atitudes, a nossa personalidade, deixamos de ser únicos, e nos tornamos sem perceber meras cópias.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Escolhas...


Vocação ou remuneração?
Essa é a duvida que a maioria dos jovens enfrentam.

Devemos fazer aquilo que gostamos, mas que futuramente não nos trará (talvez) aquilo que sonhamos?

Ou devemos fazer algo ao qual temos a certeza de que vamos ser bem remunerados, no entanto sabendo que essa determinada profissão não nos trará tantas alegrias?

Escolhas, a vida é assim, nos deparamos com elas todos os dias, só que umas se torna mais importantes em nossas vidas, consequentemente é mais difícil de se optar por uma decisão.
E quanto mais informações, mas difícil se torna as nossas escolhas.

Se você não faz aquilo que gosta, não colocará tanto empenho quanto a pessoa que está na mesma área e que faz aquilo com amor, assim você sairá perdendo.

E depois, você coloca a culpa na profissão, que está muito concorrida, que o mercado está fechado, que estão muito exigentes.

Só que o que mais vemos são anúncios de empregos, na verdade não está faltando empregos, faltam-se pessoas qualificadas.

E se qualificar exige esforços, e na maioria das vezes queremos algo que não precise de tantos esforços.

De nada adianta fazer algo só por dinheiro, se não se tem amor, não se tem admiração.

E se não temos admiração, tornamos aquilo entediante, exaustivo e monótono.

É tão bom, quando estamos em um ambiente agradável, com pessoas agradáveis, com assuntos agradáveis, tudo fluir melhor.

Tudo se passa mais rápido, ai percebemos que nenhum dinheiro poderia naquele momento, nos fazer mais felizes.

Não somos nós que escolhemos as nossas profissões, são elas que nos escolhe, e se escolhemos na maioria das vezes iremos fracassar.

A vocação nos escolhe...Mas muitas vezes optamos pela remuneração.

Ser jovem não é fácil, assim como ser criança, ser adulto, ser idoso, também não é fácil.

Na verdade, viver não é fácil.

Só que as vezes tornamos a vida ainda mais complicada, por fazermos escolhas erradas.

E depois jogamos a culpa no destino, afinal precisamos colocar a culpa em alguém...E esse alguém não pode ser nós.
Eu já fiz a minha escolha, e estou tentando não pensar no "se"...Até porque percebi como perdemos tempo pensando em inúmeras hipóteses, sendo que só uma irá se concretizar.

Então precisamos deixar que o tempo mostre o resultados das escolhas que fizermos.

Mas dificilmente iremos nos arrepender, por escolher algo ao qual amamos, porque desafios aparecerá em todos os lugares, só que quando ser faz algo com amor, temos mais forças e determinação para enfrentamos.

"E o salário? Este quem faz é o profissional."

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Estranhas Palavras...


Palavras ditas, que não são entendidas.
Palavras escritas, não compreendidas.

Que dói sem perceber.

Palavras que eu não queria ouvir, palavras que eu não queria que existisse.

Mas que ecoam nos meus ouvidos, como se não tivessem fim.

Que me aterroriza, que me amedrontam, que me enfraquece.

O caminho que não se pode voltar atrás.

Que por mais que se tente, sempre deixará marcas incapazes de se apagar.

Estranhas palavras sem compreensão.

Estranho mundo em plena insatisfação.

Sentimentos que não podem ser expressos em palavras, apenas sentido, que vem mortalmente ferindo.

E o que eu penso, que diferença faz?

Do que adianta planos? Se não coloco em pratica.

Do que adianta sonhos? Se eu não procuro realizar.

São apenas palavras que formam o que eu quero ser, mas palavras impossíveis de ser decifradas.

Que apenas preenche um vazio que existe em mim.

É o meu refugio, é a minha fortaleza, é o que me dar poder.

É o meu medo, a minha coragem, minha desilusão e a minha esperança.

Palavras que me ajudam a enfrentar, o caminho tão obscuro e difícil de se seguir.

Que me ajuda a curar essa dor, que me ajuda a esquecer o que eu só vivo a lembrar.

E eu vou me perdendo nas palavras, tentando me encontrar.

E as palavras que eu queria dizer, não tenho capacidade para pronunciar.

E não adianta escrever, se me falta forças para falar
.

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Consternação.




Quando eu acho que estou vendo a minha felicidade, ela desaparece.
Como uma miragem, que vai sumindo aos poucos.

E eu fico nesse imenso deserto, vazio com uma grande solidão.

E as perdas me machucam tanto.

E minhas lágrimas ferem ao cair.

E o sorriso que se fazia tão presente, que alegrava o meu coração.

Some sem ao menos me dá satisfação.

E as preocupações rodeiam a minha mente.

O medo da perda, de novo se faz tão presente.

Parece que está tudo trancado, e que não tem como sair.

Eu olho pra todos os lados, tentando me libertar, tentando fugir.

E o sentimento de culpa, por ainda me achar tão inocente.

Me leva a grande consternação, por não ter a certeza.

E o meu pensamento só sabe dizer não.

As vezes ouvir a verdade traz um dor que deixam grandes marcas, talvez sem cicatrização.

Ó realidade dura e cruel, que não se deixa enganar, ela apenas nos mostra caminhos, ao qual temos que optar, e eles nem sempre são fáceis de se percorrer.

Talvez eu não suporte, mas ainda não aprendi o que é desistir.

E mesmo sem perceber, eu vou lutar até depois do fim.

Minha única esperança é que eu não perca, pois a confiança ainda prevalece em mim.

sábado, 7 de fevereiro de 2009

A base do mundo.


O que lhe vem a mente, quando você escuta a palavra dinheiro?
Felicidade? Alienação? Maldição? Necessidade? O bem ou o mal?
Me vêem a mente poder.

As pessoas que tem dinheiro, se acham no poder.

No direito, na capacidade, porque possuem, e quem tem dinheiro, acha que pode comprar tudo e todos com ele.
Talvez eles tenham mesmo o poder, o poder de propocionar, o poder de tirar, mas eles não tem o poder de recompor.

Porque se tivessem esse poder, já teriam restaurado tantas coisas.
Um mero pedaço de papel, com tanto poder, um poder incrível de dominar as pessoas, de dominar um mundo.

Importante? Sim, e quem disse que não.

Dizer que podemos viver muito bem sem ele hoje, talvez seja um pouco de hipocrisia.
Mas a questão é: Por que se deixar dominar por algo sem vida?
Por que deixar de fazer, se esta ao seu alcance, só por que não vai receber em troca dinheiro?

Seria ele mais importante do que nós humanos?
Só porque você sabe que o dinheiro é importante no mundo de hoje, não significa que você dar valor a ele.

Existem muitas diferenças, entre saber a importância de algo, e dar valor a algo.

Vivemos em um mundo capitalista, onde o foco central e no dinheiro.

Onde dão ênfase ao que ele pode lhe proporcionar.

São propaganda de todos os lados, mostrando como o dinheiro é essencial, como ele faz a diferença, usam muito bem o nosso desejo de querer, de possuir.

Talvez o dinheiro lhe proporcione mais saúde, mas ele não lhe dará a vida.

Talvez ele lhe proporcione um pouco mais de alegrias, mas ele não lhe dará a felicidade.

Ele pode comprar um presente para alguém que você ama, mas ele não comprará o amor da pessoa.

Ele pode evitar as feridas, mas não as dores.
É complicado viver em mundo onde a sua base é construída de papéis.

Algo tão frágil, tão fácil de se decompor.

E uma construção só é solida e segura, quando a sua base, o seu alicerce, também é solido e seguro.

Mas parece ser tão consistente.

Só que suposição não é realidade.

E o dinheiro nos mostra apenas duas opções: Podemos dominar-lo ou ser dominado.

E a escolha está nas nossas mãos.

A regra é bem simples: Ou o utilizamos, ou ele nos utiliza.